Este blog tem como objetivo contemplar as discussões realizadas na disciplina Extensão Universitária, Psicologia e Compromisso Social I (Instituto de Psicologia / Universidade Federal do Rio de Janeiro). Trata-se de um espaço de construção coletiva que visa contribuir para a formação dos participantes e demais interessados.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Adolescentes em contato com o crime: consumidores ou infratores?
Ao pesquisar sobre o tema adolescência em contato com o crime para a realização do trabalho encontrei um link muito interessante sobre o assunto. Basicamente reforça o papel marginalizante da mídia em relação aos jovens que cometem crimes, na medida em que grande parte de delitos cometidos por estes ganha bastante espaço na mídia, o que fortalece a questão da exclusão social sobre os mesmos. Os jovens atualmente são vistos pela mídia apenas como possíveis consumidores ou infratores, deixando de ganhar espaço como agentes da transformação. Na medida em que crimes cometidos por jovens são martelados nos meios de comunicação, dá-se uma impressão de banalização e de que estes merecem ser punidos. Invés de escreverem matérias sobre as condições muitas vezes desumanas por quais estes jovens passam em instituições de atendimento socioeducativo, prefere-se destacar sempre os atos criminosos dos jovens, o que sugere que a mídia tem um papel fortemente negativo em relação à esta questão.
Para quem quiser ler a matéria completa, que fala sobre maioridade penal sobre um aspecto bastante interessante também:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/francisco-se-foi-vamos-falar-de-juventude-6486.html
João Luiz Hahn Palumbo
Para quem quiser ler a matéria completa, que fala sobre maioridade penal sobre um aspecto bastante interessante também:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/francisco-se-foi-vamos-falar-de-juventude-6486.html
João Luiz Hahn Palumbo
domingo, 8 de junho de 2014
Programa "A Liga" sobre Saúde Mental
O vídeo abaixo mostra a rotina de pessoas "portadoras" de problemas mentais e dos profissionais envolvidos nos tratamentos destes pacientes.
O vídeo também conta com a participação de alguns profissionais do Projeto Rede Caps. Este projeto é uma ferramenta de divulgação de informações sobre Saúde Mental Integral.
Mais informações sobre a Rede Caps no link: http://www.redecaps.org/
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Cartunista gay explica como é namorar transhomens
"(...) Depois de muito explicar sem sucesso, ele teve que desenhar. Confira o resultado logo abaixo."
http://www.ladobi.com/2013/11/gay-namorar-transhomens/
http://www.ladobi.com/2013/11/gay-namorar-transhomens/
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Favela - "Nós, mulheres da periferia"
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/as-10-maiores-e-mais-impressionantes-favelas-do-brasil
Existem 6,3 mil favelas espalhadas pelo Brasil.
A maior favela do Brasil, a Rocinha, no Rio de Janeiro, quase chega a 70 mil. Se fosse uma cidade, estaria entre as 450 maiores do país, de um total de 5,5 mil.
Em todo o Brasil, são 11,4 milhões de pessoas morando em locais frutos de invasão de terras públicas ou privadas e sem acesso completo a serviços públicos.
Ao debater o assunto favela e o assunto gênero e ao pesquisar sobre ambos, encontre um site muito interessante, o http://nosmulheresdaperiferia.com.br/
O coletivo Nós, mulheres da periferia é formado por oito jornalistas e uma designer, todas moradoras de bairros da periferia do município de São Paulo.
No dia 7 de março de 2012, quatro das nove mulheres jornalistas que integram o coletivo publicaram artigo na seção “Tendências/Debates” do jornal Folha de S. Paulo, atentando para a invisibilidade e aos direitos não atendidos de uma parte das mulheres – as que moram em bairros periféricos de grandes metrópoles.
O texto obteve grande repercussão, sendo replicado em outros veículos de mídia, mas teve ainda mais repercussão e encontrou eco entre nossas iguais, outras jovens ou não tão jovens mulheres moradoras da periferia de São Paulo que tinham se sentido representadas, lembradas e retratadas. O artigo, por exemplo, foi lido e registrado em vídeo no Sarau do bairro Itaim Paulista, na zona leste da capital.
As autoras do texto, que para escrever se basearam principalmente em suas vivências, visões e experiências cotidianas, perceberam naquele momento que o vazio de representatividade não era sentido apenas por elas. A partir daquele momento, iniciou-se um processo de pesquisa e consolidação do coletivo, que tem como objetivo principal dar visibilidade aos direitos não atendidos das mulheres, problematizar acerca dos preconceitos e estereótipos limitadores que se cruzam com as questões de classe social e raça e dar espaço para suas histórias.
O coletivo Nós, mulheres da periferia propõe reduzir esse espaço vazio existente na imprensa e a falta de representatividade, buscando mais protagonismo e visibilidade, com a nossa própria voz. Além de reconhecer e fazer parte desta luta, a proposta do coletivo é construir um espaço com informações que extrapolem a questão de gênero a atinja o campo social e étnico, onde a exclusão é muito maior.
É como disse a escritora Maria Carolina de Jesus: “Uma palavra escrita não pode nunca ser apagada. Por mais que o desenho tenha sido feito a lápis e que seja de boa qualidade a borracha, o papel vai sempre guardar o relevo das letras escritas. Não, senhor, ninguém pode apagar as palavras que eu escrevi.”
Elas falam de assuntos como "Incertezas permeiam a vida de mulheres da Favela da Paz" , "Ermínia Maricato: Uma parte da população brasileira não tem acesso à cidade”, "Mulheres, o direito à moradia e a violência doméstica" e “A moradia é um instrumento de diminuição da desigualdade”
É muito interessante! Vale a pena conferir!
E, por fim, fica um convite:
https://catracalivre.com.br/rio/urbanidade/gratis/evento-reune-liderancas-pelo-desenvolvimento-das-favelas-cariocas/
Inovação para moradia e desenvolvimento comunitário sustentável
- de 4 a 05/06
- Quartas e Quintas das 14:00 às 20:00
- Theatro Net Rio
http://www.theatronetrio.com.br Rua Siqueira Campos, 143 - 2º piso, Shopping Cidade Copacabana
Copacabana - Sul
Rio de Janeiro
(21) 2147-8060Morro Dona Marta Rua Jupira, 72
Botafogo - Sul
Rio de Janeiro
terça-feira, 3 de junho de 2014
Envelhecimento
Vídeo muito legal sobre qualidade de vida do idoso! Fala um pouco das políticas públicas voltadas para a terceira idade, inclusive cita os projetos de extensão oferecidos pela UERJ.
http://www.youtube.com/watch?v=0ujJTaCwxic
http://www.youtube.com/watch?v=0ujJTaCwxic
A Imagem do Povo
Na minha primeira postagem feita no blog falei um pouco sobre a questão
da cultura "nascida e criada" na favela que se tornou parte expressiva
da imagem mundialmente conhecida do país e principalmente do Estado do
Rio de Janeiro. As manifestações musicais e corporais são hoje as mais conhecidas formas de "olhar para dentro a Favela" em nosso Estado, mas, existe um grupo de jovens com câmeras nas mãos que andam pelas favelas cariocas retratando o cotidiano destas, suas mazelas, contradições, seus festejos, moradores e tudo o que há em seus becos e vielas. Eles compõem o Imagens do Povo (www.imagensdopovo.org.br), projeto criado pelo Observatório de Favelas, que oferece cursos de capacitação para aqueles que gostam da arte de escrever com a luz, digo, a fotografia.
Compondo o corpo de fotógrafos fruto deste trabalho realizado no Complexo da Maré está um amigo conhecido como Ratão Diniz. Seu currículo hoje já conta com exposições em diversos Estados, reportagem de destaque em uma das principais revistas de fotografia nacional, a Fotografe Melhor, e muitos outros trabalhos expressivos e de grande reconhecimento no meio fotográfico. Acompanhou as manifestações de Junho de 2013, retratou a chegada da UPP em diversas comunidades, manifestações populares como, por exemplo, a festa de São Jorge e claro, o dia a dia da Favela.
Deixo aqui o link de sua galeria no Flickr com um pouco mais sobre ele e muitas das suas fotos na Galeria.https://www.flickr.com/people/rataodiniz/
Compondo o corpo de fotógrafos fruto deste trabalho realizado no Complexo da Maré está um amigo conhecido como Ratão Diniz. Seu currículo hoje já conta com exposições em diversos Estados, reportagem de destaque em uma das principais revistas de fotografia nacional, a Fotografe Melhor, e muitos outros trabalhos expressivos e de grande reconhecimento no meio fotográfico. Acompanhou as manifestações de Junho de 2013, retratou a chegada da UPP em diversas comunidades, manifestações populares como, por exemplo, a festa de São Jorge e claro, o dia a dia da Favela.
Deixo aqui o link de sua galeria no Flickr com um pouco mais sobre ele e muitas das suas fotos na Galeria.https://www.flickr.com/people/rataodiniz/
domingo, 1 de junho de 2014
Diversidade Sexual
O relato de uma travesti, chamada Sofia, que é moderadora de uma pagina que sigo no facebook "Travesti Reflexiva".
"Vou problematizar uma questão muito comum que ocorre comigo e com pessoas Trans.
Que é quando me perguntam "Qual era o seu nome antigo?" ou pior "Qual é o seu nome de verdade?"
Hoje um jornalista (Mais um na multidão) perguntou - Sofia foi um nome escolhido por você, certo? Qual era seu nome anteriormente?
Então, vou explicar pra vocês. Meu nome de registro, o nome que eu nasci... Sempre me fez mal, sempre me causou ânsia, sempre me trouxe sofrimento e dor. Se eu gostasse daquele nome eu nunca o teria mudado, não é mesmo? Eu teria continuado com ele.
É questão de lógica! É questão de se por no lugar de outra pessoa.
Se é um nome que trouxe sofrimento psicológico de alguma forma, porque eu vou querer perguntar para alguém isso? Fazê-la lembrar disso?
Para enfeitar a matéria?
Eu costumo rir com minhas amigas Transexuais que agora - Após eu ter mudado o nome - Que eu já posso morrer em paz.
Eu sei que a matéria da minha morte virá -> "Sofia F. R., foi encontrada morta em tal local e bla bla bla..."
Enquanto eu sempre tive pesadelos sobre uma morte intranquila, antes eu não poderia nem me dar ao luxo de morrer! A matéria viria com o seguinte título -> "Fulano, homem gay, foi encontrado morto e era mais conhecido como Sofia..." Não respeitariam NEM a minha identidade de gênero! Eu morreria de novo após estar morta ao ver essa matéria do além.
Muitas Travestis e Transexuais que não mudaram o nome (Por questões de preconceito judiciário, burocracia, demora, falta de informação, etc.) quando morrem são contabilizadas como HOMENS GAYS e não como TRAVESTIS ou TRANSEXUAIS. Não temos paz nem na morte! Não somos homens. É preciso exterminar essa noção jornalistica de que é necessário expor a pessoa ao ridículo.
Podem até pensar que eu sou fraca por ter medo de um nome - Aquele-que-não-deve-ser-nomead o (Fica quase uma coisa Harry Potter), mas eu não tenho vergonha do meu passado! Muito pelo contrário. Eu abraço a pessoa que eu fui, eu nunca faria mal para aquela pessoa que anteriormente eu era. Eu ajudaria aquela pessoa, eu ofereceria suporte e eu cuidaria dela. Não era isso que faltava naquele momento? Compreensão? Informação? "Olha, você tá passando por isso... Isso vai acontecer... Não vai ser fácil... Seu corpo vai mudar... Você nunca foi dessa forma... Vai dar certo... É isso ou a morte... Não precisa se suicidar... Sua mãe vai te aceitar... Tenho 20 reais, vamos a farmácia agora comprar hormônio pra você... Você vai ficar linda! Eu prometo!"
Eu amo todas as faces de mim, porque eu nasci assim. Eu sou eu mesma e sempre fui. Mas tive nomes que não me fizeram justiça.É questão de lógica! É questão de se por no lugar de outra pessoa.
Se é um nome que trouxe sofrimento psicológico de alguma forma, porque eu vou querer perguntar para alguém isso? Fazê-la lembrar disso?
Para enfeitar a matéria?
Eu costumo rir com minhas amigas Transexuais que agora - Após eu ter mudado o nome - Que eu já posso morrer em paz.
Eu sei que a matéria da minha morte virá -> "Sofia F. R., foi encontrada morta em tal local e bla bla bla..."
Enquanto eu sempre tive pesadelos sobre uma morte intranquila, antes eu não poderia nem me dar ao luxo de morrer! A matéria viria com o seguinte título -> "Fulano, homem gay, foi encontrado morto e era mais conhecido como Sofia..." Não respeitariam NEM a minha identidade de gênero! Eu morreria de novo após estar morta ao ver essa matéria do além.
Muitas Travestis e Transexuais que não mudaram o nome (Por questões de preconceito judiciário, burocracia, demora, falta de informação, etc.) quando morrem são contabilizadas como HOMENS GAYS e não como TRAVESTIS ou TRANSEXUAIS. Não temos paz nem na morte! Não somos homens. É preciso exterminar essa noção jornalistica de que é necessário expor a pessoa ao ridículo.
Podem até pensar que eu sou fraca por ter medo de um nome - Aquele-que-não-deve-ser-nomead o (Fica quase uma coisa Harry Potter), mas eu não tenho vergonha do meu passado! Muito pelo contrário. Eu abraço a pessoa que eu fui, eu nunca faria mal para aquela pessoa que anteriormente eu era. Eu ajudaria aquela pessoa, eu ofereceria suporte e eu cuidaria dela. Não era isso que faltava naquele momento? Compreensão? Informação? "Olha, você tá passando por isso... Isso vai acontecer... Não vai ser fácil... Seu corpo vai mudar... Você nunca foi dessa forma... Vai dar certo... É isso ou a morte... Não precisa se suicidar... Sua mãe vai te aceitar... Tenho 20 reais, vamos a farmácia agora comprar hormônio pra você... Você vai ficar linda! Eu prometo!"
Eu amo todas as faces de mim, porque eu nasci assim. Eu sou eu mesma e sempre fui. Mas tive nomes que não me fizeram justiça."
Elisa Martins
"Vou problematizar uma questão muito comum que ocorre comigo e com pessoas Trans.
Que é quando me perguntam "Qual era o seu nome antigo?" ou pior "Qual é o seu nome de verdade?"
Hoje um jornalista (Mais um na multidão) perguntou - Sofia foi um nome escolhido por você, certo? Qual era seu nome anteriormente?
Então, vou explicar pra vocês. Meu nome de registro, o nome que eu nasci... Sempre me fez mal, sempre me causou ânsia, sempre me trouxe sofrimento e dor. Se eu gostasse daquele nome eu nunca o teria mudado, não é mesmo? Eu teria continuado com ele.
É questão de lógica! É questão de se por no lugar de outra pessoa.
Se é um nome que trouxe sofrimento psicológico de alguma forma, porque eu vou querer perguntar para alguém isso? Fazê-la lembrar disso?
Para enfeitar a matéria?
Eu costumo rir com minhas amigas Transexuais que agora - Após eu ter mudado o nome - Que eu já posso morrer em paz.
Eu sei que a matéria da minha morte virá -> "Sofia F. R., foi encontrada morta em tal local e bla bla bla..."
Enquanto eu sempre tive pesadelos sobre uma morte intranquila, antes eu não poderia nem me dar ao luxo de morrer! A matéria viria com o seguinte título -> "Fulano, homem gay, foi encontrado morto e era mais conhecido como Sofia..." Não respeitariam NEM a minha identidade de gênero! Eu morreria de novo após estar morta ao ver essa matéria do além.
Muitas Travestis e Transexuais que não mudaram o nome (Por questões de preconceito judiciário, burocracia, demora, falta de informação, etc.) quando morrem são contabilizadas como HOMENS GAYS e não como TRAVESTIS ou TRANSEXUAIS. Não temos paz nem na morte! Não somos homens. É preciso exterminar essa noção jornalistica de que é necessário expor a pessoa ao ridículo.
Podem até pensar que eu sou fraca por ter medo de um nome - Aquele-que-não-deve-ser-nomead
Eu amo todas as faces de mim, porque eu nasci assim. Eu sou eu mesma e sempre fui. Mas tive nomes que não me fizeram justiça.É questão de lógica! É questão de se por no lugar de outra pessoa.
Se é um nome que trouxe sofrimento psicológico de alguma forma, porque eu vou querer perguntar para alguém isso? Fazê-la lembrar disso?
Para enfeitar a matéria?
Eu costumo rir com minhas amigas Transexuais que agora - Após eu ter mudado o nome - Que eu já posso morrer em paz.
Eu sei que a matéria da minha morte virá -> "Sofia F. R., foi encontrada morta em tal local e bla bla bla..."
Enquanto eu sempre tive pesadelos sobre uma morte intranquila, antes eu não poderia nem me dar ao luxo de morrer! A matéria viria com o seguinte título -> "Fulano, homem gay, foi encontrado morto e era mais conhecido como Sofia..." Não respeitariam NEM a minha identidade de gênero! Eu morreria de novo após estar morta ao ver essa matéria do além.
Muitas Travestis e Transexuais que não mudaram o nome (Por questões de preconceito judiciário, burocracia, demora, falta de informação, etc.) quando morrem são contabilizadas como HOMENS GAYS e não como TRAVESTIS ou TRANSEXUAIS. Não temos paz nem na morte! Não somos homens. É preciso exterminar essa noção jornalistica de que é necessário expor a pessoa ao ridículo.
Podem até pensar que eu sou fraca por ter medo de um nome - Aquele-que-não-deve-ser-nomead
Eu amo todas as faces de mim, porque eu nasci assim. Eu sou eu mesma e sempre fui. Mas tive nomes que não me fizeram justiça."
Elisa Martins
sábado, 31 de maio de 2014
Envelhecimento
A História de Ryland
Jeff e Hillary Whittington, de San Diego, na Califórnia, postaram um vídeo para contar a história do filho Ryland. O garoto nasceu menina, mas, aos cinco anos de idade quis assumir a identidade masculina. Ryland nasceu com um problema auditivo grave e depois de colocar um implante aprendeu a pronunciar as palavras e, segundo os pais, "eu sou um garoto" foi uma das primeiras frases formuladas. Os pais acreditavam se tratar de uma fase, mas, quando Ryland fez cinco anos passou a rejeitar as "coisas de meninas". Eles, então, ficaram assustados com a pesquisa que fizeram, pela qual descobriram os altos índices de suicídios envolvendo pessoas transgêneros (os quais identificam-se com um gênero que não é o seu de nascença), em sua maioria, devido ao não aceitamento social. Portanto, eles decidiram cortar os cabelos da filha, comprar roupas novas, redecorar o quarto dela e, por fim, passaram a referir-se a ela como aquilo que identificava-se, ou seja, um garoto.
As Favelas pelo Mundo Contemporanêo - Se existe essas formas de organização por todo o mundo, por que o Brasil é o unico país que a "vende"?
As cidades invisíveis: a favela como desafio para urbanização mundial
(por Ricardo Ojima)
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-30982007000200013&script=sci_arttext
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Dormimos juntos e acordamos separados
Um amigo me indicou essa postagem desse blog , e eu achei super interessante! Neste há, inclusive, algumas coisas bem legais sobre sexualidade, vale a pena dar uma lida, é bem leve e descontraído. Esse post, especificamente, trata-se de uma crítica à maneira como os relacionamentos afetivos estão se constituindo atualmente, rescrevi só as partes que achei mais interessantes, porém, disponibilizarei o link para quem quiser ler a publicação completa depois. Dormimos juntos e acordamos separados:
Não cuidar das coisas dos outros como se fossem nossas, não ter paciência para fazer tentativas, enaltecer os defeitos, esquecer de fazer elogios (ou pior – achar que isso não é preciso). Que capítulo da responsabilidade com os sentimentos alheios nós perdemos? Como vamos fazer para adquirir destreza com as adversidades da vida?
As pessoas não se amam mais, elas se consomem. Ela usa estampa selvagem. Ele não come japonês. Ele não tem carro. Ela mora com os pais. Ela não gosta de Game of Thrones. Não quero mais. Volto para o Tinder.
Eu preciso do outro para alguns momentos, não para todos. Não pedimos mais desculpas, não sentimos a necessidade de dar uma satisfação.Dormimos juntos. Acordamos separados. Nunca mais vamos nos encontrar.
Postamos no Instagram a frase “mais amor por favor”, mas não exercemos essa condição. O egoísmo condiciona nossas fraquezas. Os sentimentos negativos existem para nos treinar. Precisamos todos sair do centro do nosso bem-estar. Não tome uma pílula para diminuir a tristeza, experimente colocá-la pra fora. Não engula seu luto, não sofra a conta-gotas. Experimente viver com decência e coragem todas as sensações da falta de alegria. Nada é tão ruim quanto parece. Os desapontamentos têm função decretada em nossas vidas. (...)
Volte dez casas no tabuleiro e vamos começar tudo de novo, precisamos de gente de verdade.
Volte dez casas no tabuleiro e vamos começar tudo de novo, precisamos de gente de verdade.
http://www.casalsemvergonha.com.br/2014/05/20/dormimos-juntos-e-acordamos-separados-sobre-relacionamentos-na-era-do-tinder/?fb_action_ids=864148666935378&fb_action_types=og.likes
aluna: Lorrany dos Santos Franco
Se a Ditadura acabou quando é que a favela vai dormir?
Uma aluna adolescente, me indicou este blog Fantástico, que aborda
inúmeras questões do cotidiano contemporâneo. Partindo de um temas já
complexos, as pessoas estabelecem conexões dramáticas com outras "dores"
compartilhadas, em nossa Sociedade. Esse Link, em especial, é um artigo
que trata sobre as inúmeras formas de violência Institucional dentro
das Favelas, produzindo um super questionamento sobre a Ditadura nessas
comunidades.
Vale a pena para se pensar!
Vale a pena para se pensar!
http://blogueirasnegras.org/2014/04/14/se-a-ditadura-acabou-quando-e-que-a-favela-vai-dormir/
O mito de carreira que acaba com a sanidade mental
Como a questão do Trabalho Emocional e do Stress no Trabalho operam para um especialista brasileiro.
exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/o-mito-de-carreira-que-acaba-com-a-sanidade-mental
exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/o-mito-de-carreira-que-acaba-com-a-sanidade-mental
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Notícia sobre a ocupação na Maré: mudança pra melhor ou pra pior?
Menos de duas semanas após ser ocupado pela polícia e poucos dias depois da chegada das Forças Armadas, o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, vive sob muito medo e desconfiança.
Há blindados, jipes, e militares armados com fuzis por toda parte. Embora a intenção seja tocar a vida normalmente, o clima na comunidade é de guerra e as dúvidas sobre o futuro só tornam a tensão ainda mais palpável.
Dois dias antes, soldados dispararam tiros para o alto quando um adolescente foi encontrado ferido dentro da vala, supostamente após uma briga entre membros das facções rivais. No dia da ocupação da Polícia Militar, no fim de semana anterior, dois jovens morreram em confrontos após uma guerra de pedras que terminou com disparos.A reportagem da BBC Brasil percorreu ruas das favelas Nova Holanda e Baixa do Sapateiro, separadas pelo valão conhecido como "Faixa de Gaza" - que dividia as áreas controladas, respectivamente, pelas organizações criminosas Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro (TCP). O local costumava ser o ponto mais conturbado do Complexo, numa rotina diária de tiroteios e provocações.
Relatos de violência entre membros remanescentes do tráfico e de abusos por parte dos policiais e militares, incluindo excessos cometidos nas revistas às casas, começam a aparecer conforme os moradores se sentem mais à vontade com a reportagem.
Sob o olhar constante dos soldados armados, a maioria prefere não falar. E se fala, não diz quase nada, pede para não ser identificado e não permite ser fotografado. Caminhando por ruas com carros incendiados ou com parabrisas estilhaçados por tiros, casas com marcas de bala e blindados de transporte de tropas dividindo espaço com crianças não é difícil entender o porquê do silêncio.
'Preconceito mútuo'
Para Patrícia Vianna, uma das diretoras da ONG Redes de Desenvolvimento da Maré, o que rege o clima desta fase do processo de pacificação é um "preconceito mútuo", que precisa ser desfeito.
"Os militares encaram os moradores como bandidos, como o inimigo, e os moradores da comunidade rejeitam a presença deles aqui. Há medo das revistas, de que entrem nas casas das pessoas, de que não respeitem ninguém. Isso não é bom para nenhum dos lados", diz.
Ela adianta que o assunto seria abordado numa reunião com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), na comunidade, na última quarta-feira. "Os dois lados estão muito grilados. É importante dizer: eu não sou contra a UPP, mas o fato é que vinham anunciando isso há dois anos, e nós decidimos nos preparar", conta.
Ela também explica ter sido uma das primeiras pessoas a chegar ao local onde o adolescente Vinicius, de 15 anos, foi morto horas após o começo da ocupação pela PM, no dia 30 de março. "Foi um caos total. Colocaram 30 garotos contra a parede, as mães gritando, chorando. Eu bati foto da cara de cada um dos meninos e disse para a polícia: 'vocês não vão sumir com nenhum deles, eu estou fotografando'", relembra.
Guerra de informação
'Eles atiravam nos postes, ficava tudo escuro', conta moradora
Andar pelas ruas de Nova Holanda comprova a dinâmica de desconfiança de várias formas. Desde as queixas por ser revistado em quatro diferentes postos de controle no caminho para casa até as trocas de olhares entre quem passa pela rua e os soldados. Entre os militares – a maioria muito jovem –, há os que empunham fuzis em sinal de intimidação e os que parecem mais assustados do que as crianças que brincam e correm entre as vielas.
Outro elemento é a guerra de informação. De um lado, as Forças Armadas distribuem panfletos com desenhos de soldados e moradores amistosos e mensagens como "Força de Pacificação Maré. Colabore: siga as orientações, mantenha a calma. A pacificação de sua comunidade também depende de você".
Do outro, há os adesivos distribuídos numa campanha elaborada por três ONGs e coladas em muitas portas das mais de 130 mil pessoas que vivem espalhadas nas 16 favelas do Complexo: "Conhecemos nossos direitos. Não entre nessa casa sem respeitar a legalidade da ação. Em caso de desrespeito, ligue para a Corregedoria da Polícia Militar".
'Pagofunk' e mudança de rotina
Para João, de 31 anos, - 22 deles vividos na Maré - há os que comemoram a chegada das forças de segurança.
"Se você perguntar na rua, muita gente está gostando. Para quem tinha que lidar com tiroteio e insegurança, há uma melhora. Também houve limpeza, outras coisas muito boas. Agora entre os mais jovens, acho que a reação é muito ruim", diz.
Membro de uma banda de rock, João diz que os jovens devem burlar a proibição aos bailes funk reeditando o que já acontece em outras favelas com UPPs: os "pagofunks".
"Eles vendem para a chefia da UPP como se fosse um baile de pagode. Tocam uns pagodes no começo, mas depois é funk mesmo", explica.
João conta que já teve a casa revistada por policiais em outras ocasiões. "Eles entram mesmo, sem perguntar nada". Desde a semana passada ele vem trazendo seu laptop e o dinheiro que guarda em casa para o trabalho. "Trago para garantir. Mudou minha rotina, mas prefiro assim".
Tiroteios e diálogo
Flávio Aguiar Rodrigues, presidente da Associação de Moradores da comunidade Nova Maré, expõe sua principal preocupação no momento.
"Nos reunimos com o secretário de segurança pública e amanhã vamos nos reunir com o prefeito. Também virão pessoas da Saúde, da Educação, de outros setores, mas a garantia de vida das pessoas é o que preocupa bastante agora", diz, acrescentando ter recebido a denúncia de uma moradora de que seu filho teria sido imobilizado pelas forças de segurança com o uso de armas de choque. "Vamos ter que averiguar isso".
Para Luiza, que é coordenadora de um centro cultural localizado na "Faixa de Gaza", a ocupação representou maior público em seus eventos.
"Todo mundo já sabia que ia ter tiroteio. Às vezes durava 20 minutos, às vezes duas horas, e aí todo mundo deitava no chão. Eles atiravam nos postes, ficava tudo escuro", relembra ela, que pediu para que seu verdadeiro nome não fosse divulgado.
Já sobre a ocupação e a futura UPP, tem opinião formada. "Acho que não precisava de tudo isso. É coisa para a TV, para o mundo lá fora ver. Além disso, acho que eles não estão preparados para entrar numa comunidade como essa. Mas ser apenas contra não adianta nada. Agora vamos ter que dialogar. A UPP é um ponto inicial com o qual a gente tem que trabalhar e seguir adiante".
quarta-feira, 28 de maio de 2014
O Impacto do Racismo na Infância
O Teste psicológico apresentado neste vídeo é reproduzido desde 1947. É chocante perceber as feições e reações das crianças frente ao próprio preconceito. É perceptível como ficam sem graça, desajeitadas com as próprias palavras. As massificações sociais, ainda se apurando. Muito forte.
http://9gag.tv/p/a5QeMr/viral-racismo-en-m%C3%A9xico-kids-in-a-room-with-2-dolls-2-different-colors?ref=tcr
http://9gag.tv/p/a5QeMr/viral-racismo-en-m%C3%A9xico-kids-in-a-room-with-2-dolls-2-different-colors?ref=tcr
Envelhecimento
Uma entrevista com o Dr. Dráuzio Varella sobre envelhecimento saudável. Vale a pena todos lerem!!!
http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/envelhecimento-saudavel-i/
http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/envelhecimento-saudavel-i/
Diversidade Sexual
"NOTA DE REPÚDIO AO CASO DE TRANSFOBIA E MACHISMO NA ADUFPI
Neste último sábado (24.05), no clube dos professores da Associação de Docentes da UFPI – ADUPFI, em Teresina (PI), duas mulheres entraram no banheiro feminino e, em seguida, um professor universitário invadiu o local que estavam, tentando expulsá-las violentamente, especialmente a companheira transexual, alegando que se tratava de um ‘homem’. Ambas foram agredidas verbalmente. Ao saírem, formou-se um tumulto com outros docentes universitários que as aguardavam.
Do lado de fora, os insultos se intensificaram, inclusive com ameaças expressas de assédio sexual, caso a mulher transexual tentasse utilizar o banheiro masculino. Muito abaladas, dirigiram-se à direção da ADUFPI para comunicar o ocorrido e cobrar providências. Neste momento, os agressores as perseguiram e voltaram a proferir discursos extremamente transfóbicos e machistas para fundamentarem as suas ações truculentas, alegando também que não se tratavam de associadas e que, por isso, não poderiam estar presentes naquele espaço de trabalhadores. A direção da ADUFPI informou que é um caso isolado e comprometeu-se a repudiar publicamente o ocorrido.
(...)"
Nota publicada pela pagina "RUA - Juventude Anticapitalista"
Dialogando com a publicação da Juliana Gome nesse blog, é uma pena, que por mais que hajam avanços (como esse no ENEM), situações como essa ainda sejam recorrentes em ambientes universitários.
Neste último sábado (24.05), no clube dos professores da Associação de Docentes da UFPI – ADUPFI, em Teresina (PI), duas mulheres entraram no banheiro feminino e, em seguida, um professor universitário invadiu o local que estavam, tentando expulsá-las violentamente, especialmente a companheira transexual, alegando que se tratava de um ‘homem’. Ambas foram agredidas verbalmente. Ao saírem, formou-se um tumulto com outros docentes universitários que as aguardavam.
Do lado de fora, os insultos se intensificaram, inclusive com ameaças expressas de assédio sexual, caso a mulher transexual tentasse utilizar o banheiro masculino. Muito abaladas, dirigiram-se à direção da ADUFPI para comunicar o ocorrido e cobrar providências. Neste momento, os agressores as perseguiram e voltaram a proferir discursos extremamente transfóbicos e machistas para fundamentarem as suas ações truculentas, alegando também que não se tratavam de associadas e que, por isso, não poderiam estar presentes naquele espaço de trabalhadores. A direção da ADUFPI informou que é um caso isolado e comprometeu-se a repudiar publicamente o ocorrido.
(...)"
Nota publicada pela pagina "RUA - Juventude Anticapitalista"
Dialogando com a publicação da Juliana Gome nesse blog, é uma pena, que por mais que hajam avanços (como esse no ENEM), situações como essa ainda sejam recorrentes em ambientes universitários.
O natural também é uma alteração - Tema: Diversidade Sexual
De uma forma não totalmente igualitária, milhões de pessoas se inscrevem no Enem - Exame Nacional do Ensino Médio. Entretanto, pela primeira vez esse ano, travestis e transexuais terão o direito de serem reconhecidos não pelo seu nome de registro, mas sim, pelo nome associado a identidade que escolheram.
A inclusão daqueles que fogem ao padrão normativo heterossexual difundido na sociedade, mostra que a luta pelos seus diretos pode de forma incisiva resultar em ações positivas, ainda que estejamos imersos em um mundo de preconceitos. A visibilidade alcançada por tal minoria é fruto de muitos anos de repressões e batalhas pessoais, por provavelmente pensarem que seu modo único e diferenciado de ser era errado, quando a questão de certo e errado é puramente uma perspectiva e construção de pensamentos.
A inclusão daqueles que fogem ao padrão normativo heterossexual difundido na sociedade, mostra que a luta pelos seus diretos pode de forma incisiva resultar em ações positivas, ainda que estejamos imersos em um mundo de preconceitos. A visibilidade alcançada por tal minoria é fruto de muitos anos de repressões e batalhas pessoais, por provavelmente pensarem que seu modo único e diferenciado de ser era errado, quando a questão de certo e errado é puramente uma perspectiva e construção de pensamentos.
A inspiração que veio da Favela X mais uma forma de ganhar dinheiro com a realidade?
Meu primo de 15 anos estava fazendo um trabalho, sobre a arte moderna e, achou esse site de Arte contemporânea, que na verdade é um site de um grupo que vende "Arte", de várias formas, e reverte o lucro para algumas "Favelas". O intuito desse grupo internacional é tornar, supostamente, o ambiente da favela mais agradável. Será? Será que estou tão cansada de tanta demagogia interesseira? O que vocês acham?
http://www.favelapainting.com/
http://www.favelapainting.com/
terça-feira, 27 de maio de 2014
Sobre o tema "Adolescência em Conflito com a Lei"
Olá! Encontrei a música Menor Infrator do Mc Dan e achei bem interessante para o tema Adolescência em Conflito com a Lei.
https://www.youtube.com/watch?v=0qSa6f-uTnU
Espero que gostem!!!
Roberta Pinheiro.
https://www.youtube.com/watch?v=0qSa6f-uTnU
Espero que gostem!!!
Roberta Pinheiro.
Fotógrafa retrata jovens que não se identificam com nenhum gênero
Achei interessante como Chloe Aftel aborda o tema sexualidade e gênero em um de seus novos trabalhos. A matéria cita inclusive um dos filmes assistidos na aula de sociologia, "XXY", que trata do drama vivido por Alex e a questão da intersexualidade.
http://www.hypeness.com.br/2014/05/auto-retratos-de-jovens-que-se-identificam-como-sem-generos/
Luiza Parreira
http://www.hypeness.com.br/2014/05/auto-retratos-de-jovens-que-se-identificam-como-sem-generos/
Luiza Parreira
Envelhecimento é foco do Seminário Internacional em Epidemiologia e Saúde Pública
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-05/envelhecimento-saudavel-e-tema-de-debate-em-seminario-internacional
O Seminário Internacional em Epidemiologia e Saúde Pública de 2014 está acontecendo no em Brasília até amanhã (dia 28/05) está discutindo a situação da saúde a população idosa brasileira que, nos últimos anos, cresceu exponencialmente e, consequentemente, atraiu atenção das discussões acadêmicas e políticas, principalmente quanto a garantia de um envelhecimento saudável.
Além disso, o Seminário (que é uma colaboração entre a Universidade de Brasília e a University College London) tratará da situação dos velhos na sociedade, uma vez que, em diversos grupos sociais, são considerados descartáveis depois que não participa mais do mercado de trabalho.
O Seminário Internacional em Epidemiologia e Saúde Pública de 2014 está acontecendo no em Brasília até amanhã (dia 28/05) está discutindo a situação da saúde a população idosa brasileira que, nos últimos anos, cresceu exponencialmente e, consequentemente, atraiu atenção das discussões acadêmicas e políticas, principalmente quanto a garantia de um envelhecimento saudável.
Além disso, o Seminário (que é uma colaboração entre a Universidade de Brasília e a University College London) tratará da situação dos velhos na sociedade, uma vez que, em diversos grupos sociais, são considerados descartáveis depois que não participa mais do mercado de trabalho.
Psicologia e trabalho.
Pesquisando sobre o tema da aula de hoje "Psicologia e trabalho" encontrei o seguinte site:
http://ulbra-to.br/encena/2013/12/05/Mundo-do-trabalho-e-sofrimento-psiquico
Achei interessante para saber mais sobre o trabalho de Christophe Dejours, que foi um dos autores mencionados pelos professores extensionistas.
http://ulbra-to.br/encena/2013/12/05/Mundo-do-trabalho-e-sofrimento-psiquico
Achei interessante para saber mais sobre o trabalho de Christophe Dejours, que foi um dos autores mencionados pelos professores extensionistas.
Pesquisando um pouco sobre favelas achei um jogo denominado 'FAVELA WARS", e, posteriormente uma entrevista a respeito do mesmo.
"Favela Wars é um jogo brasileiro um tanto quanto polêmico: ele coloca policiais e bandidos se enfrentando nas vielas estreitas das comunidades pobres do Rio de Janeiro, com direito a dublagem com gírias locais e tudo o mais que tem direito para ficar o mais próximo possível da realidade"
http://info.abril.com.br/games/noticias/2014/01/entrevista-peter-hansen-fundador-da-nano-studio-fala-sobre-favela-wars.shtml
Até que ponto a diversão é válida em questões tão sérias?
"Favela Wars é um jogo brasileiro um tanto quanto polêmico: ele coloca policiais e bandidos se enfrentando nas vielas estreitas das comunidades pobres do Rio de Janeiro, com direito a dublagem com gírias locais e tudo o mais que tem direito para ficar o mais próximo possível da realidade"
http://info.abril.com.br/games/noticias/2014/01/entrevista-peter-hansen-fundador-da-nano-studio-fala-sobre-favela-wars.shtml
Até que ponto a diversão é válida em questões tão sérias?
Envelhecer com saúde: sonho ou realidade?
A notícia é do ano passado, mas é inadmissível que algo
desse tipo possa ocorrer em qualquer tempo. A forma que lidam com os idosos é
vergonhosa e os responsáveis por essa atitude deveriam ser punidos com mais
rigor. Penso que eles não têm avós, avôs ou mesmo pais mais velhos que podem
ficar doentes, para agir dessa maneira. Antes do benefício financeiro (que o
mundo capitalista quase obriga que se tenha), o lado humano desses grandes
empresários, donos de grandes planos de saúde, deveria falar mais alto.
Perceber que alguém mais velho, que necessita de cuidados,
também é um ser humano e muitas vezes tem necessidades muito maiores e, por
conta disso, precisam do plano de saúde. Os idosos tinham de ter acesso
privilegiado e imediato quando solicitassem esse serviço, e acima de tudo
deveriam ser respeitados, como bem merecem.
Ao tratar um idoso com tamanho desleixo fica claro que pela
idade avançada e os gastos com tratamentos e consultas, esses idosos significam
prejuízo, não tornando satisfatória a aquisição de um plano de saúde para quem
tem “chances de morrer a qualquer hora”.
domingo, 25 de maio de 2014
A boa, a má e a vilã
A boa, a má e a vilã
A capa daquela revista ostentava um sugestivo título: Conheça as melhores escolas para o seu filho. Imaginei que as maravilhas anunciadas, certamente, iriam gerar filas de espera para matrícula e as “boas escolas” publicitadas na revista iriam ter salas abarrotadas de alunos. Mas também me questionei: a opinião pública saberá distinguir o que sejam escolas boas, más e vilãs? A mídia não ajuda, quando usa e abusa da expressão ambígua “boas escolas”, identificando-as com escolas ditas “de ensino tradicional”. Afinal, o que são “boas escolas?
Os indefectíveis partidários do regresso ao passado – como se de lá já tivéssemos saído… – elegeram como “vilã” a escola das ditas “novas pedagogias”. Novas? Mas os seus avatares são velhos, quase fósseis! Piaget nasceu no século XIX. Vigotsky morreu há quase cem anos. Montessori criou a sua escola em 1907. E Dewey escreveu o seu livro essencial em 1905. E a “má escola” é a “escola pública”, já se vê, uma instituição maltratada, vilipendiada, que sobrevive nas margens da obsolescência.
Numa simples expressão se sintetiza aquilo que o leigo considera “boa escola”: é aquela que, desde a creche, prepara o aluno para passar no vestibular, aquela que ocupa os primeiros lugares dos rankings. Mas o que nos dizem os rankings? Dir-se-á que assinalam escolas cujos alunos mais conteúdos aprenderam? Mas, na verdade, as designadas “boas escolas” apenas adotaram algumas habilidades pedagógicas, que os potenciais clientes adoram. Os quadros interativos, por exemplo, não são mais do que quadros negros do século XXI. E a cosmética pedagógica não disfarça a pobreza das práticas, apenas dão um ar de modernidade a práticas fósseis.
As “boas escolas” cuidam da formação sócio-moral dos seus alunos? Os rankings atestam honestidade? Não creio. Se assim fosse, como se explicaria que, entre as élites que as frequentaram, se contem muitos corruptos de colarinho branco? Quantos conformistas são produzidos nas “boas escolas”, que vão ocupar as cadeiras do poder, incapazes de uma postura humanista e inovadora? Qual a moral prevalecente nas “boas escolas”? Aquela que legitima a aplicação de vestibulinhos? Entre o vestibulinho e o vestibular, impunemente, muitas das ditas “boas escolas” produzem exclusão.
Qual a moral que as autoriza a condicionar a matrícula apenas a “bons alunos”, ou a recusar a matrícula de crianças “especiais”? Será aquela que leva escolas, crónicas ocupantes do topo dos rankings, a falsear resultados, evitando que os seus “piores alunos” façam prova…?
Na “boa”, como na “má” escola, são produzidos bonsais humanos, quer sejam traficantes de favela, quer sejam criminosos de colarinho branco. Daí que talvez fosse útil acabar com o mito da “boa escola”. E pugnar para que todas as escolas sejam boas escolas. Aquilo que distingue uma “boa” de uma “má escola” não é o dispor, ou não dispor, de salas de aula 3d, lousa digital, tablets para todos… Isso são enfeites pedagógicos de um modelo de ensino obsoleto.
Em suma: é o reconhecimento da existência de “boas escolas” que legitima a existência das “más escolas”. Porém, não parece ser essa a nossa sina, dado que, quer os zelosos e abastados progenitores dos alunos das “boas”, quer os indiferentes e pobres pais dos alunos das “más”, as patrocinam. Uns com mensalidades faraónicas, outros com a bolsa famíla, ajudam a manter a “boa escola” das suas representações. E a tragédia educacional continua no próximo ato…
Afinal, o que será uma “boa escola”? Não será aquela que a todos acolhe e a cada qual dá condições de ser sábio e feliz, independentemente de ter patrocínio público ou privado? E se nos deixássemos de maniqueísmos fúteis?
José Pacheco
Envelhecer e continuar uma eterna criança.
Crianças e adolescentes possuem uma mentalidade muitas vezes considerada por adultos como imprudente. O que muitas vezes esses adultos esquecem é que eles já pensaram do mesmo jeito. A coragem, a criatividade e os sonhos de uma criança não possuem limites. Crianças sonham em ser astronautas, presidentes, pilotos de avião e no entanto, ao crescerem, a maioria dessas crianças deixam esses sonhos de lado porque elas escutam que precisam amadurecer, ser realistas, acabando assim por se contentar com outras escolhas mais acessíveis, mais simples, mais aceitáveis pelos adultos.
Mas por que esses adultos deixam seus sonhos de lado? Crescer não necessariamente significa desistir de seus sonhos. Ao contrário. Crescer deveria justamente significar a possibilidade de correr atrás dos sonhos. Muitas pessoas hoje em dia escolhem voltar a estudar aos 50, 60 anos, porque não tiveram a oportunidade antes. O trabalho, os filhos, a vida entraram no caminho. Agora eles finalmente podem voltar a sonhar e dessa vez tentar realizar seus sonhos. Envelhecer não significa e nem deve significar desistir de seus sonhos ou desejos por achar que já passou da idade, por achar que não vai conseguir. Envelhecer deve significar uma segunda, terceira, eterna chance de realizar seus sonhos.
Lembre-se de quando ainda era uma criança. O que você gostaria de ser quando crescer? Ainda não é tarde demais. Nunca é tarde demais. Tente.
Mas por que esses adultos deixam seus sonhos de lado? Crescer não necessariamente significa desistir de seus sonhos. Ao contrário. Crescer deveria justamente significar a possibilidade de correr atrás dos sonhos. Muitas pessoas hoje em dia escolhem voltar a estudar aos 50, 60 anos, porque não tiveram a oportunidade antes. O trabalho, os filhos, a vida entraram no caminho. Agora eles finalmente podem voltar a sonhar e dessa vez tentar realizar seus sonhos. Envelhecer não significa e nem deve significar desistir de seus sonhos ou desejos por achar que já passou da idade, por achar que não vai conseguir. Envelhecer deve significar uma segunda, terceira, eterna chance de realizar seus sonhos.
Lembre-se de quando ainda era uma criança. O que você gostaria de ser quando crescer? Ainda não é tarde demais. Nunca é tarde demais. Tente.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Temos todos os mesmos direitos?
O título já é o primeiro meio para que o leitor comece a pensar no
assunto: afinal, numa sociedade na qual o dinheiro dita como será nossa
vida, será que realmente temos os mesmos direitos, e somos livres?
Não nos atenhamos, porém, apenas ao fator financeiro. No Código Civil, tudo é belo e maravilhoso, mas na prática, nem tudo são flores. Discriminação em razão do sexo, cor, religião, orientação sexual e até deficiências estão sim ainda muito presentes, não só no Brasil, mas em vários outros cantos do mundo.
Apenas com esses curtos tópicos, o que vocês acham? Estamos avançando em direção a um estado mais pleno e igualitário, ou estamos meio que parados no tempo, sem retroceder, mas também sem avançar?
Não nos atenhamos, porém, apenas ao fator financeiro. No Código Civil, tudo é belo e maravilhoso, mas na prática, nem tudo são flores. Discriminação em razão do sexo, cor, religião, orientação sexual e até deficiências estão sim ainda muito presentes, não só no Brasil, mas em vários outros cantos do mundo.
Apenas com esses curtos tópicos, o que vocês acham? Estamos avançando em direção a um estado mais pleno e igualitário, ou estamos meio que parados no tempo, sem retroceder, mas também sem avançar?
(A
tirinha pode ser encontrada em
<https://www.facebook.com/malvadoshq/photos/pb.181129068670985.-2207520000.1399580014./500509556732933/?type=3&theater>)
[Obs: Deletei o outro e postei de novo (a exata mesma coisa haha) porque, por algum motivo, postei como se fosse o e-mail da turma ao invés do meu. Sorry! <3]
Elyn Saks: Uma história sobre doença mental - vista de dentro
Esse vídeo é de uma palestra da advogada Elyn Saks, uma acadêmica bem sucedida que tem esquizofrenia. Nessa palestra ela fala sobre como é ter uma doença mental e conseguir sucesso pessoal e profissional.
Elyn mostra o outro lado, é do senso comum acreditar que alguém que possua uma doença mental será incapaz de ter uma vida normal, trabalhar, se relacionar, que passará toda sua vida excluído da sociedade. Seu depoimento mostra como é possível a conciliação de ambas com muita luta e esforço.
"Há algum problema se eu destruir completamente o seu gabinete?" é uma pergunta que Elyn Saks fez ao seu médico e não foi uma piada. Acadêmica da área jurídica, em 2007 Saks tornou pública a sua história pessoal com esquizofrenia, controlada por medicamentos e terapia mas sempre presente. Nesta poderosa palestra, pede-nos para vermos as pessoas com doença mental com clareza, honestidade e compaixão.
http://www.ted.com/talks/elyn_saks_seeing_mental_illness?language=pt#t-858187
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Mapa cultural na favela
No site globo.com li um artigo que fala sobre a produção e a significação da cultura para os moradores de 5 favelas consideradas pacificadas, mostrando a importância da cultura e a falta de reconhecimento da população frente a essa produção cultural:
''A Favela tem um riqueza e uma pluralidade cultural desconhecidas e nao reconhecidas. Poruqe as pessoas podem até conhecer, mas não reconhecem como cultura.'' Jorge Barbosa, professor da UFF
Segue o link para quem estiver interessado em ler sobre: http://oglobo.globo.com/cultura/o-mapa-da-cultura-na-favela-7489814
''A Favela tem um riqueza e uma pluralidade cultural desconhecidas e nao reconhecidas. Poruqe as pessoas podem até conhecer, mas não reconhecem como cultura.'' Jorge Barbosa, professor da UFF
Segue o link para quem estiver interessado em ler sobre: http://oglobo.globo.com/cultura/o-mapa-da-cultura-na-favela-7489814
terça-feira, 20 de maio de 2014
Artigo - "17 mentiras que precisamos parar de ensinar às garotas sobre sexo"
Pesquisando sexualidade, encontrei um artigo que, apesar de não ser um dos assuntos tratados em sala, também deve ser pensado e debatido.
O texto (em inglês) traz dezessete "regras" ensinadas às meninas sobre sexo (que vão desde a grande questão da "primeira vez" até como se portar em uma relação). Regra por regra, a autora quebra os tabus e explica por que são apenas mentiras, ensinadas e impostas pelos pais, família, amigos... Enfim, pela sociedade. Aí está o link para visualizar o artigo:
http://m.policymic.com/articles/88029/17-lies-we-need-to-stop-teaching-girls-about-sex?
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Carta do pai ao filho (Diversidade sexual)
Olá!
Trazendo de volta o assunto "diversidade sexual", trouxe um texto que encontrei em uma pagina do facebook (Fatos Desconhecidos) e considerei interessantíssimo, passível de boas discussões. Trata-se da carta de um pai ao filho, Nate, após descobrir o seu relacionamento com outro rapaz, Mike.
"O bilhete acima foi escrito após um pai escutar a conversa do filho com o namorado. O nome do adolescente é Nate e ele estava discutindo ao telefone se deveria ou não contar à família que é gay. No dia seguinte, o pai lhe deixou o seguinte bilhete:
"Nate,
Escutei sua conversa ao telefone com Mike ontem à noite sobre seus planos de sair do armário pra mim. A única coisa que você precisa planejar agora é como irá trazer o suco de laranja e o pão para casa depois da aula.
Nós estamos fora como você.
Eu sei que você é gay desde que tinha 6 anos e eu te amo desde que você nasceu.
Papai.
P.S. Sua mãe e eu achamos que você e Mike formam um belo casal."
::O pai acima foi condecorado com o prêmio "Melhor Pai de Todos" pela revista "Attitude", que postou uma foto da carta no twitter e facebook."
Depois de tantos casos de preconceito e discriminação pelos próprios familiares, o que acham de uma atitude como essa?
sábado, 17 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Boa noite!
Este é um documentário que eu assisti para inspirar as questões da aula sobre “FAVELA”. Mostra um pouco da visão de alguns moradores sobre o que é estar na favela, quais são as pretensões futuras dos jovens, qual o impacto da polícia, dentre outras questões pertinentes ao assunto. É um documentário um pouco antigo, mas para analises históricas acho bastante válido! Bem interessante mesmo, espero que seja útil a quem interessar.
Abraços.
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